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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Um tal de (Prepare-se) quidado!!!!



Como diz a Bíblia, a Palavra de Deus — também conhecida como as Escrituras —, existem muitos falsificadores da Palavra (2 Co 2.17). E eu venho escrevendo, há algum tempo, a respeito de um certo propagador de “verdades ocultas”, o qual, através de DVDs, vídeos na Internet e palestras em hotéis, espalha invencionices, teorias da conspiração, notícias paranoicas, aterrorizantes, inverossímeis, além de ideologias anticristãs e antibíblicas.

Uma das grandes falácias que o tal propagador de “verdades ocultas” vem divulgando, especialmente pela Internet, é a de que a Bíblia não é a Palavra de Deus. Diz ele que as Escrituras não são a Bíblia. Esta seria uma invenção dos papas, que teriam inserido no Livro Santo livros não inspirados por Deus. Além disso, afirma ele que os cristãos que portam a Bíblia e dizem que ela é a Palavra de Deus são bibliólatras.

Para início de conversa, nenhum cristão que preza a Palavra de Deus cultua o Livro. Pelo contrário, este se desgasta, de tanto que é manuseado. Se o idolatrássemos, o colocaríamos em um altar, sobre uma almofada, dentro de uma caixa de vidro, e nos prostraríamos diante dele. Respeitá-lo como Palavra de Deus é uma demonstração de que adoramos o Deus da Palavra. Ademais, os estudiosos das Escrituras sabem muito bem que os editores da Bíblia introduziram títulos, notas de rodapé, etc. que não fazem parte dos autógrafos — textos originais.

O termo grego biblia significa livros. Ele entrou para as línguas modernas por intermédio do francês, passando primeiro pelo latim, tendo a sua origem no grego biblos. Originalmente, esse vocábulo aludia à casca de um papiro do século XI a.C. Os gregos chamavam os rolos de biblia (plural de biblos), nos quais escreviam as suas obras, numa clara referência ao centro produtor desse material — a cidade de Biblos, localizada na costa mediterrânea ocupada hoje (comentario do pastor :Ciro).

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