sábado, 29 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Um novo Modismo evangelico

Ricardo Gondim
Eu estava no culto em que um pastor alardeou que obturações de ouro seriam dadas por Deus. Em instantes, as pessoas passaram a examinar umas às outras e, pasmas, choravam afirmando que muitos dentes estavam divinamente restaurados. Presenciei um evangelista norte americano soprando - pretensamente como Jesus fez em seu ministério - e pessoas sendo jogadas no chão. Assustei-me com a trivialidade com que alguns pastores relataram seus encontros com anjos. Estupefato, ouvi um novo modo de orar entre os evangélicos: as preces agora vinham entrecortadas com ordens exorcizando demônios. Inquietei-me com uma geração de evangélicos amedrontados com maldições e pragas. Imperativos que "amarravam" demônios deixaram-me desassossegado.
A igreja evangélica brasileira é muito frágil teologicamente. Por isso sofre com os mais diversos modismos. Lembro-me que, em um congresso para líderes, fui desafiado a falar sobre qual seria a próxima moda que varreria a igreja nacional. Recordo-me que comecei minha palestra afirmando que, em primeiro lugar, seria necessário entender como as forças do mercado agem na elaboração teológica. Assim, qualquer movimento vindo do exterior e que tenha sido bem sucedido lá será copiado aqui. As lideranças evangélicas querem achar o método que alavancará suas comunidades. Se uma determinada estratégia mostra-se eficaz no exterior, aqui dificilmente se questionará a teologia que a alicerça. Em segundo lugar, o brasileiro culturalmente místico. Tendemos a aceitar acriticamente propostas teológicas que promovam experiências sobrenaturais. O brasileiro sente fascínio pelo mistério e pela magia. Afirmei também que, copiando o mundo pós-moderno, a igreja busca estratégias de resultados imediatos.
Acredito que os modismos não podem ser detectados com antecedência. Mas qualquer que seja a próxima onda, a igreja precisa estabelecer alguns princípios. Eles ajudarão para que não se embarque em novidades sem discernimento crítico. A teologia da cruz
Preocupado com possíveis acréscimos à cruz, Paulo escreveu aos gálatas. Os fariseus convertidos queriam que, além da doutrina da redenção, se acrescentassem alguns preceitos essenciais ao judaísmo, como a circuncisão. Sua carta procura enaltecer a suficiência do sacrifício de Cristo. Ele acredita que qualquer acréscimo à expiação de Cristo não apenas enfraquece as bases do cristianismo, como as anula: "Eu, porém, irmãos, se ainda prego a circuncisão, por que continuo sendo perseguido? Logo está desfeito o escândalo da cruz" (Gl 5.11).
Não seriam os movimentos de "cura interior" que se alastram nas igrejas evangélicas um enfraquecimento da doutrina do novo nascimento? Recebi de um leitor do Ultimato um formulário de quatorze páginas para um seminário de cura interior ministrado em várias igrejas pelo Brasil. O seminário é para cristãos que ainda carregam seqüelas de pecados do passado. A pessoa passa por uma longa sabatina, revolvendo toda a sua vida à procura de aberturas espirituais no passado que ainda tragam maldições no presente. Buscam ser exaustivos e chegam às raias da paranóia. Indagam se a pessoa comeu cocada no dia em que se celebra Cosme e Damião, se seus avós freqüentaram reuniões de cultos afro-brasileiros. Querem saber se a pessoa sonha freqüentemente com negros, como sinal de perturbação espiritual - um flagrante preconceito que fere até mesmo a Constituição. Há encontros em que se praticam regressões até a vida intra-uterina. Pede-se que se visualize o espermatozóide do pai encontrando-se com o óvulo da mãe e que sejam detectados sinais de maldição que tenham desdobramentos em sua vida presente.
Ainda que escolas da psicologia advoguem a regressão como técnica terapêutica, ela é inaceitável como prática espiritual. Não há como negar que uma pessoa convertida ainda possa carregar seqüelas emocionais, traumas psicológicos e até desequilíbrios psíquicos.
Entretanto, é inadmissível que um cristão nascido de novo ainda necessite "quebrar" maldições de sua vida passada. A Bíblia contém vários textos que afirmam o contrário: "Não vos lembreis das cousas passadas, nem considereis as antigas... Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e de teus pecados não me lembro" (Is 43.18, 25); "Pois perdoarei as suas iniqüidades, e dos seus pecados jamais me lembrarei" (Jr 31.34); "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (Jo 8.36); "E assim, se alguém está Cristo, é nova criatura, as cousas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Co 5.17); Mas, uma cousa faço: esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Fp 3.13-14). Sessões de "cura interior" são inócuas para preservar qualquer pessoa espiritualmente, danosas para a gestação de autênticos discípulos e um horror como cura psicológica.
Alguém que se submete a uma sessão de "cura interior" corre o risco de entrar em uma paranóia espiritual e descobrir que continua sofrendo com seus traumas psicológicos. Conseqüentemente, pode facilmente se desesperar, pois foi-lhe prometido que Deus a curaria instantaneamente.
O evangelho antropocêntrico
Desde a modernidade, e com o apogeu do iluminismo, homens e mulheres subiram em um pedestal. O mundo ocidental acredita que merecemos ser felizes e devemos buscar todos os meios que nos tornem plenos, inclusive Deus. Por isso, aprendemos um conceito religioso egoísta. Entendemos como evangelho o anúncio de um Deus que nos faça bem, que esteja ao nosso dispor. Assim, nossas preces se resumem a pedidos. Queremos que nosso louvor seja agradável a nós mesmos. Compreendemos a conversão como mera descoberta que nos tornou mais felizes.
Hoje, muitos evangélicos "reivindicam" direitos e "decretam" bênçãos. Recentemente, vi um adesivo no carro de um crente que pedia: "Dê uma chance para Deus". Quem será que necessita de uma chance? Deus ou os homens e mulheres que se rebelaram contra Ele, que é amoroso e bom? Estarrecido, soube que há encontros evangélicos em que as pessoas aprendem a "liberar" perdão para Deus. É o cúmulo! Inverteram-se os papéis. Deus agora precisa ser perdoado? Urge voltar ao anúncio do reino em que Ele é Senhor soberano e amorosamente estende sua graça a todos.
Atalhos
Tanto as forças do mercado como a tecnologia pós-moderna condicionam esta geração ao imediatismo. Acredita-se que tudo pode ser resolvido no estalar de dedos. As propagandas na televisão conseguem solucionar os problemas de limpeza de uma casa, garantem seguro médico, prometem férias felizes, dão-nos prestígio. Tudo em 30 segundos. Buscamos também resolver nossos dilemas espirituais nos rápidos momentos de um culto. Infantilmente acreditamos que bastam alguns momentos de êxtase espiritual para subirmos os penosos degraus da maturidade cristã. Paulo admitiu que necessitava mais do que surtos de adrenalina espiritual: "mas esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado" (1 Co 9.27). Não há atalhos na escola de Deus.
Nada substitui o discipulado. Nenhum método suplantaria a igreja como comunidade terapêutica. Experimentamos a grandeza de Deus cotidianamente tanto nas amargas derrotas como nos felizes triunfos. Dia a dia aprende-se a sua fidelidade. Devemos olhar com cautela ministérios que prometem a transformação de imaturos em líderes capazes, em um simples final de semana. É potencialmente desastroso montar uma estrutura eclesiástica em técnicas tão velozes. Os modismos são sinais dos tempos. Para não sermos levados por todo vento de doutrina, portemo-nos como os bereanos, conferindo com as Escrituras todas as novidades que surgem no cenário religioso. Acreditemos que passarão os céus e a terra, e só permanecerão aqueles que cumprem a Palavra de Deus.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Felicidade por meio da mansidão

Deus não faz acepção de pessoas. Cada um de nós recebe sua justa partilha de felicidade. Cada um de nós tem idêntica capacidade de entrar em contacto com Deus. Não devo manter-me atrás, lamentando minha falta de sorte e o destino adverso que me coube na vida.
Antes, compete-me conectar-me com a fonte de energia. Que os leitores tomem sobre si mesmos o jugo de Cristo e suave encontrarão
´´descanso para as [suas] almas``.
Mas jesus ordenou: ´´tomai sobre vós o meu jugo .`` O jugo é dele e estou certíssima de que ele carregará a parte mais pesada da carga.
Antes de deixar seus discípulos, Cristo prometeu que enviaria o Consolador, a fim de ajudá-los e em suas provações, dificuldades na vida Essa palavra, Consolador, quer dizer´´alguém que estar al lado de``. Trata-se do Espírito Santo, a onipotente terceira pessoa da Trindade. No momento que nascemos de novo, ele vem fixar residência em nosso coração.
Aceitamos essa realidade como um fato de fé! Ele está em nosso coração , com o propósito de ajudar-nós a ser mansos!
Som os informado de que o Espírito derrama o amor de Deus em nossos coração. Ele é quem produz os vários aspectos do fruto do Espírito: ´´... o amor. o gozo , a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão , o domínio próprio´´(Gálatas5.22,23, VR).
quinta-feira, 1 de abril de 2010
O plano divino para Família

O PLANO DIVINO PARA A FAMÍLIA
"...Eu e minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24.15)
...A família que adora a Deus é base segura para a vida moral e espiritual do mundo
Cerca de 474 vezes, na Bíbila é mencionada a família, quase sempre relacionada com o chefe da mesma, por exemplo: a família de Rúben, a família de Elimeleque, etc. Além destes destaques, em muitas outras ocasiões ocorrem referências à família designada por casa ou geração - a casa de José, a geração de Terá.
DEFINIÇÃO DE FAMÍLIA -
O que é família? a família não é um grupo de pessoas rivais alheias aos interesses umas das outras. Em termo de unidade, é o conjunto de todas as pessoas presentes, que vivem sob o mesmo teto, sob a proteção ou dependência do dono de casa ou chefe da família, que vivem na intimidade da lar, que se comunicam, que se amam e se ajudam reciprocamente.
OS FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR -
Os filhos são dados por Deus. Os pais devem esperá-los na expectativa de conforto, e não de cruzes; de bênçãos, e não de peso. Satanás tem ganho terreno na guerra contra afamília. A ingratidão e rebelião dos filhos têm resultado na desafeição dos pais, a ponto de tentarem evitar filhos por meios prejudiciais à saúde, ou mesmo criminosos - o aborto por exemplo. Os crentes em Cristo, ao contrário, devem ter consciência de que os filhos não só lhes pertencem, mas também são filhos de Deus
TODA A FAMÍLIA NA CASA DE DEUS -
"Subiu aquele homem, Elcana, com toda a sua casa, a sacrificar ao Senhor o sacrifício anual e a cumprir o seu voto". Compare Ec 5.4 . Deus tem planejado a salvação para toda a família. A promessa de Deus é: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa"(At 16.31)
ASPECTOS DO PLANO DIVINO PARA A FAMÍLIA -
Deus honra a nossa fé e o nosso ardente desejo de ver nossos filhos dedicados à Sua obra. Consideramos o seguinte:
a) deve ser do nosso reconhecimento que os filhos são rebentos dedicados a Deus, porque dele os recebemos. Também recordemo-nos de que estes pertencem ao Senhor por direito soberano, embora permaceçam conosco, para nossa alegria;
b)os filhos que entregamos a Deus podem ser considerados como a Ele emprestados. A isto Deus retribuirá com abundantes bênçãos. A mais disto, o êxito dos nossos filhos ao permanecerem firmes na fé e trilharem junto conosco os retos caminhos do Senhor, é sobremodo gratificante;
c)os filhos educados nos caminhos do Senhor podem aprender a adorar a Deus desde a infância, pois lemos: " Samuel ministrava perante o Senhor, sendo ainda mancebo" (1Sm 2.18).
d)o ambiente da família é o mais apropriado para a adoração a Deus.
"Sujeitai tu e tua família a Deus, e tua casa encherá de maravilhas sem fim."
Pr. Francisco Ribeiro Novaes
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"...Eu e minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24.15)
...A família que adora a Deus é base segura para a vida moral e espiritual do mundo
Cerca de 474 vezes, na Bíbila é mencionada a família, quase sempre relacionada com o chefe da mesma, por exemplo: a família de Rúben, a família de Elimeleque, etc. Além destes destaques, em muitas outras ocasiões ocorrem referências à família designada por casa ou geração - a casa de José, a geração de Terá.
DEFINIÇÃO DE FAMÍLIA -
O que é família? a família não é um grupo de pessoas rivais alheias aos interesses umas das outras. Em termo de unidade, é o conjunto de todas as pessoas presentes, que vivem sob o mesmo teto, sob a proteção ou dependência do dono de casa ou chefe da família, que vivem na intimidade da lar, que se comunicam, que se amam e se ajudam reciprocamente.
OS FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR -
Os filhos são dados por Deus. Os pais devem esperá-los na expectativa de conforto, e não de cruzes; de bênçãos, e não de peso. Satanás tem ganho terreno na guerra contra afamília. A ingratidão e rebelião dos filhos têm resultado na desafeição dos pais, a ponto de tentarem evitar filhos por meios prejudiciais à saúde, ou mesmo criminosos - o aborto por exemplo. Os crentes em Cristo, ao contrário, devem ter consciência de que os filhos não só lhes pertencem, mas também são filhos de Deus
TODA A FAMÍLIA NA CASA DE DEUS -
"Subiu aquele homem, Elcana, com toda a sua casa, a sacrificar ao Senhor o sacrifício anual e a cumprir o seu voto". Compare Ec 5.4 . Deus tem planejado a salvação para toda a família. A promessa de Deus é: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa"(At 16.31)
ASPECTOS DO PLANO DIVINO PARA A FAMÍLIA -
Deus honra a nossa fé e o nosso ardente desejo de ver nossos filhos dedicados à Sua obra. Consideramos o seguinte:
a) deve ser do nosso reconhecimento que os filhos são rebentos dedicados a Deus, porque dele os recebemos. Também recordemo-nos de que estes pertencem ao Senhor por direito soberano, embora permaceçam conosco, para nossa alegria;
b)os filhos que entregamos a Deus podem ser considerados como a Ele emprestados. A isto Deus retribuirá com abundantes bênçãos. A mais disto, o êxito dos nossos filhos ao permanecerem firmes na fé e trilharem junto conosco os retos caminhos do Senhor, é sobremodo gratificante;
c)os filhos educados nos caminhos do Senhor podem aprender a adorar a Deus desde a infância, pois lemos: " Samuel ministrava perante o Senhor, sendo ainda mancebo" (1Sm 2.18).
d)o ambiente da família é o mais apropriado para a adoração a Deus.
"Sujeitai tu e tua família a Deus, e tua casa encherá de maravilhas sem fim."
Pr. Francisco Ribeiro Novaes
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sexta-feira, 12 de março de 2010
Felicidade por meio da mansidão

``Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.``
O verdadeiro significado da mansidão
Mas o que ,então, Jesus queria dizer ? O dicionario esclarece que o vocabulo manso que quer dizer``suave , submisso. ´´ Quando estamos separado de cristo, em certo sentido somos como animais ferozes. Vivemos de acordo com os nossos próprios desejos . mas quando nos chegamos a cristo,então passamos a viver para ele e fazer a sua vontade . Isso , afinal, é a vontade de Deus para conosco , poquanto Cristo ``Cristo morreu por todos, para que os que vive não viva mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressucitou´´(2 Coríntios5.5).
terça-feira, 2 de março de 2010
APRENDER A CONVIVER COM O PRÓXIMO

Havia certo homem em uma pequena cidade que ao passar dos anos conseguiu conhecer todas as pessoas que ali moravam. E chegou a seguinte conclusão: todos os moradores da cidade tinham muitos defeitos. Decepcionado, decidiu sair da cidade para viver sozinho em sua fazenda.
Chegando lá, começou a viver solitariamente. Mas, com o tempo, começou a perceber que ele também tinha muitos defeitos. Então ele chorou e disse: “Ah! Meu Deus! Gostaria de fugir de dentro de mim mesmo! Porque da mesma forma que os homens da minha cidade sou um homem cheio de defeitos”.
Ainda pensou: “Vou me matar! Só assim acabo fugindo dos meus defeitos”. Mas pensou outra vez e disse: “Mas se eu me matar eu vou para o inferno! E lá é que tem gente ruim mesmo!”.
Então ele decidiu fazer uma oração a Deus, pedindo perdão pelos seus defeitos, e se lembrou de um texto bíblico que dizia “o amor cobre multidão de pecados”.
Então ele disse consigo mesmo outra vez: “Eu me amo, e tenho que aprender a conviver com os meus erros”. Dias passaram e ele conseguiu viver.
Passando alguns dias em solidão, não agüentou, e decidiu fazer outra oração, dizendo a Deus que não suportava mais estar só. Dessa vez, ao término da oração, lembrou-se das palavras de Jesus “Amarás teu próximo como a ti mesmo”.
Então se lembrou da cidade onde morou, e disse: “Voltarei para a minha cidade, porque assim como aquele povo tem defeitos, eu também sou cheio de defeitos. E quando eu voltar para lá amarei meu próximo como a mim mesmo, ao ponto de reconhecer que passei tanto tempo naquela cidade, com tantos defeitos, sem percebê-los. Agora terei amor aos meus conterrâneos, para que juntos possamos viver”.
Ao voltar para a cidade reencontrou todo tipo de pessoas. E dessa vez sempre que via um de seus amigos cheio de defeitos, procurava entendê-los, e dizia consigo mesmo: “Eu tenho que amá-los como eu me amei e me perdoei. Por isso estou vivo aqui e encontrei a felicidade. Porque só o amor é que não tem defeito e conhece o que é a verdade”.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
ESTUDO SOBRE O ARREPENDIMENTO NA BIBLIA

A CRIAÇÃO:
Deus sempre existiu e sempre existirá. O céu e a terra em toda a sua formosura e glória são criações de Deus. No principio, criou Deus os céus e a terra (Gênesis 1:1).
Deus criou também os peixes do mar, as aves que voam, o gado e todo o animal na terra (Gênesis 1:25). Após fazer isto. Deus decidiu fazer o homem e dar-lhe o domínio sobre toda a terra e sobre todas as coisas na terra (Gênesis 1:26). “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou: homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27).
Deus chamou o homem. Adão, a quem Deus criou a sua imagem. Adão foi criado sem pecado, santo e puro. Ele possuía uma comunhão direta com Deus. Com efeito. Deus criou um jardim de formosura e esplendor, cheio de bons frutos, chamado Éden, e o deu a Adão, Era um jardim no qual Deus e Adão podiam caminhar, falar e ter comunhão. Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (Gênesis 2:15-17).
Deus amava a Adão e sua esposa Eva, e queria que eles o amassem e o adorassem. Portanto, Deus não fez obrigatório amar e adorá-Lo. Ele criou o homem com o poder de escolher. O homem recebeu muito de Deus, do que aproveitou e se alegrou, mas Deus lhe pós uma restrição. Deus proibiu a Adão que comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal. Com isto Deus estava provando o amor e a obediência do homem para com Ele.
SATANÁS:
Satanás é um ser maligno que se opõe a Deus. Uma vez ele serviu a Deus, como um anjo de grande beleza e poder. Aparentemente Deus elevou a Satanás a uma posição alta. Satanás, também chamado Lúcifer, tomou-se muito orgulhoso de sua oposição e quis exaltar-se para ser igual a Deus. Ele encabeçou uma rebelião de anjos contra Deus. Mas Deus sendo o poder fundamental do Satanás e os anjos que o seguiram foram lançados do céu. Deus preparou o inferno, um lugar de fogo eterno e tormento, para seu final (Isaias 14:12-15). Atualmente, Deus permite que Satanás tente o homem a pecar e servi-lo ao invés de servir a Deus.
A QUEDA DO HOMEM:
Satanás aproveitou sua primeira oportunidade que teve de tentar o homem, para que este desobedecesse a Deus, no Jardim do Éden. Satanás sendo muito astuto apareceu a Eva e mentiu-lhe. Disse-lhe que não morreria se comesse da única árvore que Deus lhes havia proibido (Gênesis 3:4). ''Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal." (Gênesis 3:5). Eva começou a observar o fruto. Ela viu que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento. ''Tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu' (Gênesis 3:6). O homem havia desobedecido a Deus, Criado sem pecado, ele havia caído em pecado.
CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO:
As conseqüências da queda do homem foram muitas e de grande alcance. Deus repartiu o castigo. A mulher, prometeu dor e sofrimento ao dar a luz. Expulsou a Adão e Eva do formoso jardim do Éden. Disse a Adão, que ele teria que trabalhar e suar pelo seu alimento, todos os dias da sua vida. Deus amaldiçoou a terra, fazendo-a difícil de semear sem um grande esforço. O homem nunca mais poderia comer da árvore da vida que crescia no jardim do Éden e estava destinado a morrer, tal como Deus havia advertido (Gênesis 3:14-19).
A conseqüência mais notável da queda foi a mudança da natureza do homem. O homem, não mais sem pecado sofreu uma separação de Deus. Esta conseqüência não foi aplicada somente a Adão e Eva, mas a todos os seus descendentes. -- "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram" (Romanos 5:1-3). "Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe" (Salmos 51:5). "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3:23). "Como esta escrito: Não há justo, nem um sequer" (Romanos 3:10).
Adão passou seus pecados a todos nós, já que descendemos de Adão e Eva. Todos nós herdamos uma natureza pecaminosa e nossas obras são do diabo (Satanás). "Aquele que pratica o pecado procede do diabo, (1 João 3:8). Portanto, enquanto permanecermos pecadores, nosso destino é o mesmo que o de Satanás. Qualquer pessoa que morre em seus pecados irá para o inferno e ali passará a eternidade com Satanás e os anjos decaídos.
Juntos eles serão atormentados eternamente em um lago de fogo e enxofre
(Apoc. 20:14; 21:8 ).
A POSSIBILIDADE DE EXPIAÇÃO:
Graças à misericórdia de Deus não é necessário morrer como pecador. Existe uma provisão para qualquer indivíduo que deseje ser redimido do pecado. Outra conseqüência da queda do homem no jardim do Éden lançou uma luz de esperança no caminho do homem: "porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar (Gênesis 3:15). Em outras palavras, Deus, falando a Satanás, profetizou sobre aquele que viria da semente da mulher. que feriria a cabeça de Satanás. Ele. ultima mente, conquistaria e destruiria as obras de Satanás. Satanás estava destinado para a derrota: a semente da mulher para a vitória.
Aquele de quem Deus falou em Gênesis 3:15 é Jesus Cristo; uma semente especial da mulher, que não herdou o pecado de Adão porque Seu Pai não foi um homem. Sua mãe, uma virgem chamada Maria. Lhe concebeu como resultado do Espírito Santo de Deus que veio sobre ela (Mateus 1:18). Um anjo ordenou que o Seu nome fosse chamado Jesus porque Ele salva ria o Seu povo dos pecados deles (Mateus 1:21). Este Jesus foi a semente prometida em Gênesis 3:15. Seu Pai foi o Espírito Santo, Sua mãe foi uma virgem. Seu nascimento milagroso serviu como uma advertência a Satanás das coisas vindouras.
"E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens" (Lucas 2:52). Com a idade de trinta anos, Jesus começou o seu ministério público. Durante seu ministério Jesus realizou muitos milagres. Ele fez o coxo caminhar, o cego ver, o surdo ouvir, e ainda os mortos ressuscitarem pela Sua ordem. Sua vida serve como exemplo para todos nós. Ele sempre falou a verdade, fez a vontade de Deus, e, sobretudo Jesus nunca pecou.
Enquanto Jesus ainda estava no apogeu de Sua vida natural, os chamados líderes religiosos de Seus dias conspiraram Sua crucificação na cruz cruel do Calvário. Eles lhe espancaram e açoitaram Suas costas sem piedade. Uma coroa de espinhos foi posta sobre Sua cabeça. Os soldados cruéis arrancavam a barba de Seu rosto. Sangue e água saíram do Seu lado, quando o soldado o transpassou com sua espada.
Tudo isto foi feito a um homem que nunca fez mal a ninguém; o único homem completamente sem pecado, que jamais existiu. Ainda, Jesus teve a morte menos humana que eles poderiam imaginar para Ele, E ainda antes dele morrer Ele disse: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34). Realmente, Ele era Deus manifestado em carne (1 Timóteo 3:16). Ele confirmou isto quando três dias após ser crucificado e sepultado, levantou-se do sepulcro.
É através da morte voluntária Daquele sem pecado, de Sua sepultura e ressurreição subseqüentes que nos podemos ser aliviados de nossos pecados e suas conseqüências. Temos agora, a opção de escolher entre permanecer cativos do pecado ou viver uma vida transformada como servo de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Isto só é possível porque o pecado e a morte não têm poder sobre o Filho de Deus (I Coríntios 15:14-15).
A morte cruel de Jesus foi uma morte de substituição. O pecado demanda a morte. Deus disse a Adão e Eva que eles morreriam se comessem da árvore. A morte ainda permanece como conseqüência do pecado, entretanto, ao aceitar o supremo sacrifício de Jesus na cruz por nos pecados, podemos receber a remissão de pecados.
"Sem derramamento de sangue, não há remissão" (Hebreus 9:22). O derramamento de sangue é o símbolo da morte a qual é o salário do pecado (Romanos 6:23 ).
Nosso sangue não precisa ser derramado e não temos que morrer porque o sangue sem pecado e a morte de Jesus foram eficazes para todos os nossos pecados. "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós: para que nele, fossemos feitos justiça de Deus" (I Coríntios 5:21). Jesus sendo sem pecado, foi o sacrifício perfeito pelo pecado, e jamais será necessário outro sacrifício (Hebreus 10: 12-14).
Se o homem arrepender-se dos seus pecados, eles lhe serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus Cristo. Através do sangue de Jesus há remissão de pecados (Efésios 1:7; Colossenses 1:14). Com efeito, foi com este propósito que Jesus Cristo, Deus manifestado em carne, veio a este mundo e morreu na cruz do Calvário. Deus lhe predestinou antes da fundação do mundo para ser o sacrifício perfeito, sem mácula, por nossos pecados (1 Pedro 1:18-21). Deus sendo onisciente, sabendo todas as coisas, sabia que o homem cairia em pecado. Mas Ele tinha um plano para redimir o homem do pecado e Ele pôs seu plano em andamento. Tudo o que o homem precisa fazer é aproveitar a obra que Cristo realizou na cruz do Calvário.
TODO O HOMEM DEVE ARREPENDER-SE:
"Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam" (Atos 17:30).
Até este ponto, temos tratado:
(1) como todos os homens nascem pecadores devido as conseqüências da queda de Adão;
(2) como o homem é destinado ao inferno, a menos que ele possa ser afastado do salário do pecado (morte e castigo eterno no inferno);
(3) Como a morte do Filho de Deus, Jesus Cristo, na cruz, fez provisão para a possível eliminação dos pecados de um indivíduo. Agora devemos tratar dessa pergunta tão importante: "Como posso eu, um pecador, aproveitar a obra de Jesus Cristo no Calvário?”
Em resumo, um homem deve converter-se de seu caminho de pecado, arrepender-se e vir a Jesus, isto sucede quando ele é atraído por Deus, pois nenhum homem vem a Jesus, a menos que seja atraído por Deus (João 6:44). Visto que Deus não quer que o homem pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento (II Pedro 3:9; João 3:16), cada um, alguma vez, durante a sua vida é atraído a Deus de alguma forma. O homem faz sua própria escolha: seja a de submeter-se ao poder atraente de Deus e alcançar a salvação, ou rejeitá-lo e continuar em seus pecados. Rejeitar a salvação é coisa perigosa porque nunca se sabe quando se terá outra oportunidade. Submeter-se à chamada de Deus é a chave para vida eterna.
Quando uma pessoa vem a Jesus, deve vir com fé. De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus, creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que O buscam (Hebreus 11:6). Esta fé essencial sem dúvida, é inata em cada homem. A Palavra de Deus nos diz, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um (Romanos 12:3). Toda pessoa tem que exercitar sua fé e arrepender-se ao ser atraída por Deus.
Para que o homem receba o dom de Deus, a vida eterna, ele precisa arrepender-se. A mensagem de arrependimento aparece repetidamente em toda a Bíblia. Jonas pregou o arrependimento a Nínive e o seu arrependimento impediu que o juízo de Deus viesse sobre eles (Jonas 3:10) Deus enviou João Batista como o precursor de Jesus Cristo para pregar: Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus (Mateus 3:2), Jesus disse que veio para chamar aos pecadores ao arrependimento (Mateus 9:13). Ele advertiu a certos judeus, dizendo: "Se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:3). Jesus advertiu quando ordenou aos seus seguidores, os discípulos, com o seguinte mandamento, "E que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém (Lucas 24:47).
Os discípulos de Jesus foram a toda parte pregando o arrependimento. Respondeu-hes Pedro:
"Arrependei- vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo" (Atos 2:38). Paulo pregou aos atenienses: "Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém , notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam" (Atos 17:30). O mandamento é positivo, a responsabilidade segura, para alcançar a salvação, o homem tem que se arrepender, do contrário morrerá.
O QUE É ARREPENDIMENTO?
"O arrependimento é um dom de Deus trazido a nós por sua bondade" (Romanos 2:4). O homem decide em seu coração deixar o pecado e dedicar-se à transformação de sua vida. Ao dar-se conta de que é um pecador distanciado de Deus, o pecador sente uma grande tristeza por seus pecados. Porque a tristeza, segundo Deus, produz arrependimento para a salvação (1 Coríntios 7:10). Logo ele confessa seus pecados a Deus e pede o seu perdão. Ele promete em sua mente que com a ajuda de Deus, deixará de cometer o pecado. Esforçar-se-á em não mais desobedecer aos mandamentos de Deus, e viverá em obediência à Palavra de Deus.
Davi, um rei do Antigo Testamento, um homem que agradava a Deus, sabia o que era o arrependimento. Falando sobre isto, Davi escreveu: "Confesso a minha iniqüidade; suporto tristeza por causa do meu pecado" (Salmo 38:18) . “... coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus" (Salmo 51:17). Jesus usou o exemplo de um publicano que batia em seu peito e dizia: "Ó Deus, sê propício a mim, pecador!" (Lucas 18:13), como o homem que foi justificado devido ao seu arrependimento. O arrependimento representa uma verdadeira e apropriada mudança de propósito do pecado a Deus.
Em resumo, arrependimento verdadeiro é:
(1) Reconhecer, mediante o poder persuasivo de Deus, que você é um pecador
(2) Decidir em seu coração que você já não quer mais ser um pecador;
(3) Confessar seu pecado a Deus e pedir-lhe que seja misericordioso e o perdoe;
(4) Morrer para o pecado, dando-lhe as costas com a intenção de viver para Deus, e nunca regressar aos velhos caminhos pecaminosos. "De nodo nenhum! Como viveremos RESULTADOS DO ARREPENDIMENTO:
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9). Deus, sendo um Deus de amor, enviou Seu Filho para morrer na cruz do Calvário e assim, fazer possível o arrependimento. Ele quer que o homem se arrependa. Pois, quando uma pessoa se arrepende. Ele se alegra e está disposto a perdoar os seus pecados. "Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento (Lucas 15:7).
O verdadeiro arrependimento traz a misericórdia de Deus e o perdão. O arrependimento também qualifica o homem para o batismo em nome do Senhor Jesus para que seus pecados sejam perdoados (Atos 2:38). Um homem arrependido não somente é qualificado mas obrigado a dar esse passo. É um mandamento de Deus (Atos 10:33-48), e se um homem arrependeu-se verdadeiramente, ele fica comprometido a obedecer aos mandamentos de Deus. Junto com o batismo em o nome de Jesus para remissão dos pecados o indivíduo arrependido recebe a promessa do dom do Espírito Santo, acompanhado pela promessa de vida eterna.
O arrependimento é um privilégio disponível a todos, que deveria ser desejado por todos, e hoje é o dia em que se deve aproveitá-lo. "Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação" (II Coríntios 6:2).
RESULTADOS DO ARREPENDIMENTO:
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9). Deus, sendo um Deus de amor, enviou Seu Filho para morrer na cruz do Calvário e assim, fazer possível o arrependimento. Ele quer que o homem se arrependa. Pois, quando uma pessoa se arrepende. Ele se alegra e está disposto a perdoar os seus pecados. "Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento (Lucas 15:7).
O verdadeiro arrependimento traz a misericórdia de Deus e o perdão. O arrependimento também qualifica o homem para o batismo em nome do Senhor Jesus para que seus pecados sejam perdoados (Atos 2:38). Um homem arrependido não somente é qualificado mas obrigado a dar esse passo. É um mandamento de Deus (Atos 10:33-48), e se um homem arrependeu-se verdadeiramente, ele fica comprometido a obedecer aos mandamentos de Deus. Junto com o batismo em o nome de Jesus para remissão dos pecados o indivíduo arrependido recebe a promessa do dom do Espírito Santo, acompanhado pela promessa de vida eterna.
O arrependimento é um privilégio disponível a todos, que deveria ser desejado por todos, e hoje é o dia em que se deve aproveitá-lo. "Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação" (II Coríntios 6:2).
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